Ser Brasil

BLOG SERBRASIL

Ser Brasilitária é ter a coragem de encontrar o Fio da Meada
Quem lê o mundo e o modo como se organiza, Ouve (através de encontros e conversas) e Vê de maneira aberta e sem pré-conceitos nunca está sozinho.

Ser Brasilitária é acreditar em primeiro lugar em si, nos seus sonhos, empreender e saber que logo ali, encontrará um mundo de possibilidades. Basta ousar e lançar-se ao mundo, saindo de trás dos muros, ir para rua, conversar com todos, seguir caminhos diferentes, trilhas incomuns, sinais, rumores e acima de tudo usar a intuição do que vem a ser a sua maior vocação. Descubra-se. Dispa-se de egos e vaidades. Disponha-se a ser um “pontinho” ligando-se a um outro e formando a grande rede do conhecimento solidário.

Flavia Wass Jornalista e idealizadora do projeto Brasilitária: O Fio da Meada É Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir.

Encontre o seu!


"A linguagem não é um simples acompanhante, mas um fio profundamente tecido na trama do pensamento." Linguista Dinamarques Louis Hjelmslev

APOIOS


Ajudando a tecer

Encontre o Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir forma indivíduos que reconhecerão as suas raízes, essências e organiza futuros empreendedores do seu saber. Contamos com apoios, parcerias e patrocínio de empresas empenhadas e comprometidas com a responsabilidade social e mais: é primordial, que contenham em sua filosofia empresarial paradigmas relacionados ao bem-estar humano, a alegria, a informação, a nossa origem brasileira, um significado e, acima de tudo, valorizando o que temos de melhor no País, o ser humano!

Formando a Teia para o Entusiasmo na caminhada

O projeto Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir busca atender a formação dos futuros trabalhadores, empreendedores, criativos seres humanos, preparados para um novo mundo de oportunidades, pois segundo pesquisa realizada, isolados em instituições de ensino e preocupados com o "sucesso" individual, estão desconectados da realidade coletiva, colaborativa e solidária.


"Se pode dar somente um presente ao teu filho, que seja o entusiasmo." Bruce Barton

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Tempos Estranhos

zumbiviventes
Por Flavia Wass jornalista

TEMPOS ESTRANHOS

Difamam mas não amam

Prometem sem poder cumprir

Falam por aí

Como arrotos de algo putrefato

Dentro de estômagos

Que comem o podre processado

Porque tem pressa

De zumbiviver

Perambulando estufados

Inchados das zombaterias

Zombam mas não amam

Por que tem pressa

Talvez pela sombra da morte

Sempre correndo atrás

Desses zumbiviventes

Carregando seus corpos

Se arrastam

Sem ser gente

Comandam mas nunca amam

Gostam de se vangloriar

Zumbivivem para se alvorar

Incomodam mas jamais amam

Consomem porcarias virtuais

Sem saber mais viver o real

Ficam “brincando” maldosamente

Como crianças grandes

Com testes virtuais

Para que?

Se seu tempo foi mal calculado

Simplesmente o que lhes resta

É um mau amar

Que pena

Acabam mas nunca amam