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Ser Brasilitária é ter a coragem de encontrar o Fio da Meada
Quem lê o mundo e o modo como se organiza, Ouve (através de encontros e conversas) e Vê de maneira aberta e sem pré-conceitos nunca está sozinho.

Ser Brasilitária é acreditar em primeiro lugar em si, nos seus sonhos, empreender e saber que logo ali, encontrará um mundo de possibilidades. Basta ousar e lançar-se ao mundo, saindo de trás dos muros, ir para rua, conversar com todos, seguir caminhos diferentes, trilhas incomuns, sinais, rumores e acima de tudo usar a intuição do que vem a ser a sua maior vocação. Descubra-se. Dispa-se de egos e vaidades. Disponha-se a ser um “pontinho” ligando-se a um outro e formando a grande rede do conhecimento solidário.

Flavia Wass Jornalista e idealizadora do projeto Brasilitária: O Fio da Meada É Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir.

Encontre o seu!


"A linguagem não é um simples acompanhante, mas um fio profundamente tecido na trama do pensamento." Linguista Dinamarques Louis Hjelmslev

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Encontre o Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir forma indivíduos que reconhecerão as suas raízes, essências e organiza futuros empreendedores do seu saber. Contamos com apoios, parcerias e patrocínio de empresas empenhadas e comprometidas com a responsabilidade social e mais: é primordial, que contenham em sua filosofia empresarial paradigmas relacionados ao bem-estar humano, a alegria, a informação, a nossa origem brasileira, um significado e, acima de tudo, valorizando o que temos de melhor no País, o ser humano!

Formando a Teia para o Entusiasmo na caminhada

O projeto Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir busca atender a formação dos futuros trabalhadores, empreendedores, criativos seres humanos, preparados para um novo mundo de oportunidades, pois segundo pesquisa realizada, isolados em instituições de ensino e preocupados com o "sucesso" individual, estão desconectados da realidade coletiva, colaborativa e solidária.


"Se pode dar somente um presente ao teu filho, que seja o entusiasmo." Bruce Barton

sábado, 9 de agosto de 2014

O Limite é o Céu!



Por Flavia Wass jornalista


O ciclo infinito de idéias e ação,
Infinita experiência, infinita invenção,
Traz o saber do movimento, mas não da paz...
Onde está a vida que perdemos vivendo?
Onde está a sabedoria que perdemos no conhecimento?
Onde está o conhecimento que perdemos na educação?
T.S Eliot, “The Rock”
                                                   
                                        O Limite é o Céu!
                               

Quando em 1548 o filósofo Giordano Bruno afirma, que somente o saber liberta e faz desta teoria “Liberthas Philosofas” seu divisor de águas, indo muito além de Aristóteles ou Platão, vislumbrou no infinito o que, hoje, a sociedade do século XXI experimenta na prática: um viver abundante. Mas, será que com todos os avanços na ciência, a disponibilidade dos recursos naturais, uma tecnologia que conecta o mundo e a informação valorizada como “ouro” conduz este homem a aproveitar ou  realmente evoluir, ou seja, ir além da busca de uma eficiência infinita?
É só pensar que a diferença entre humanos e animais está justamente, nesta possibilidade em educar suas ações, desde que, lembre a cada instante que tem uma consciência. E de quem é este papel na sociedade? O de educar seres humanos? Em primeira instância a familia, os pais, em seguida os professores, a escola. Contudo, o tempo é pós-moderno, acelerado, anacronico, díspare, partido, o qual na forma e estética é representado por um mosaico ou uma colcha de retalhos, aliás, exige urgente novas atitudes acima de tudo, deste docente. Onde deve ter a capacidade de unir a cultura geral própria com a que o sujeito trás de casa. Integrar e lidar com a interdisciplinaridade, as quais estes novos tempos urgem, ou mais, quase ordenam. Portanto, quem decidir ensinar deve buscar esta capacitação para lidar com problemas. Inclusive, saber administrar o desenvolvimento acelerado destas novas tecnologias da comunicação. Imprimir a contextualização deste conteúdo didático em aula. Assim como, buscar e promover recursos próprios, com intuito de investir continuamente na própria formação. Isto, favorecerá na resolução de problemas no dia à dia em aula. “Também a empresa, por outro lado, deixa de precisar sujeitos prontos e acabados (formados) para usar na produção, pois o apreender passa a ser sua nova linha de montagem. O tradicional “treinamento” deve ser cada vez mais substiuido pela educação permanente no ambiente profissional.” (Seabra 1994)
O educar seria o que a escritora Ana Clara Machado sugere ao afirmar, que não se contrata um instrutor de natação, que não saiba nadar. Porém, é o que os índices da educação apontam. Uma total depreciação na carreira chamada magistério. Quem quer ser professor?  Por esta razão, ao criar sete códigos da modernidade (sete códigos de competências), o autor Bernardo Toro, enxerga uma saída para a participação produtiva e a inserção social do ser humano neste século vigente. Valoriza também o que chama de saber social, um conjunto de conhecimentos, práticas, valores, habilidades e tradições que possibilitam a construção das sociedades e garantem as quatro tarefas básicas da vida: cuidar da sobrevivência, organizar as condições para sobreviver, ser capaz de produzir o que necessitamos e criar um sentido de vida. A escola seria, então, um dos ambientes em que ocorre a aprendizagem. Quem sabe, visto por este viés seria ainda possível,  resgatar a dignidade deste professor para que possa desenvolver sua real capacidade do “fazer e saber”. E mais, possa ser lembrado na vida do aluno deixando uma bela e verdadeira “marca” na memória de quem passou por aquela única experiência. (Meglic 2009)


Agradecimento à disciplina Didática da professora Neide Martins Arrias da Universidade Federal de Santa Catarina UFSC. 
Artigo completo no link Artigos e crônicas.