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Ser Brasilitária é ter a coragem de encontrar o Fio da Meada
Quem lê o mundo e o modo como se organiza, Ouve (através de encontros e conversas) e Vê de maneira aberta e sem pré-conceitos nunca está sozinho.

Ser Brasilitária é acreditar em primeiro lugar em si, nos seus sonhos, empreender e saber que logo ali, encontrará um mundo de possibilidades. Basta ousar e lançar-se ao mundo, saindo de trás dos muros, ir para rua, conversar com todos, seguir caminhos diferentes, trilhas incomuns, sinais, rumores e acima de tudo usar a intuição do que vem a ser a sua maior vocação. Descubra-se. Dispa-se de egos e vaidades. Disponha-se a ser um “pontinho” ligando-se a um outro e formando a grande rede do conhecimento solidário.

Flavia Wass Jornalista e idealizadora do projeto Brasilitária: O Fio da Meada É Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir.

Encontre o seu!


"A linguagem não é um simples acompanhante, mas um fio profundamente tecido na trama do pensamento." Linguista Dinamarques Louis Hjelmslev

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Encontre o Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir forma indivíduos que reconhecerão as suas raízes, essências e organiza futuros empreendedores do seu saber. Contamos com apoios, parcerias e patrocínio de empresas empenhadas e comprometidas com a responsabilidade social e mais: é primordial, que contenham em sua filosofia empresarial paradigmas relacionados ao bem-estar humano, a alegria, a informação, a nossa origem brasileira, um significado e, acima de tudo, valorizando o que temos de melhor no País, o ser humano!

Formando a Teia para o Entusiasmo na caminhada

O projeto Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir busca atender a formação dos futuros trabalhadores, empreendedores, criativos seres humanos, preparados para um novo mundo de oportunidades, pois segundo pesquisa realizada, isolados em instituições de ensino e preocupados com o "sucesso" individual, estão desconectados da realidade coletiva, colaborativa e solidária.


"Se pode dar somente um presente ao teu filho, que seja o entusiasmo." Bruce Barton

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A ruína da sociedade na busca frenética pela eficiência infinita


Por Flavia Wass jornalista



“Para o gênio, toda e qualquer cesura, os pesados golpes do destino como o suave sono, cai na industruosidade da sua própria oficina de trabalho. E o círculo de sortilégio dela, ele o traça no fragmento", descreve Walter Benjamin o que seria hoje, o antagônico à sociedade do imediatismo, o homem comum, pós-moderno remando contra a maré do decadentismo industrial e de uma sociedade comprimida, atulhada, espremida, caótica pela busca frenética por "bens" que façam o "bem" e lhe forneça o "conforto". Neste fragmento de pensamento, que Benjamin intitula Relógio Normal, “para os grandes as obras acabadas tem peso mais leve que aqueles fragmentos nos quais o trabalho se estira através da sua vida. Pois, somente o mais fraco, o mais disperso encontra sua incomparável alegria no concluir e se sente com isto devolvido à sua vida”.
À exemplo do poema de Carlos Drumond de Andrade, Verbo Ser, quando questionado à criança: que vai ser quando crescer a induz a inúmeras dúvidas: tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo e jeito? Ser; pronunciado tão depressa, e cabe tantas coisas, ou seja, a reduz ao modelo tecnicista ou à busca frenética da eficiência infinita, moldada e saída direto da fábrica. Assim como, para Benjamin Gênio é industriosidade, ou seja, um construir contínuo, Drumond também, conclui o poema optando por este trajeto ao “não ser nada”: - Não dá para entender. Não vou ser. Vou crescer assim mesmo. Sem ser Esquecer! Um modo de lançar-se ao infinito de Giordano Bruno, filósofo no século XVI, vitima da inquisição ao tentar provar que o universo seria dinâmico, assim como as pessoas, e estariam em constante transformação gerando vínculos e mais relações e por isso mesmo em expansão. Em obra intitulada, Acerca do infinito, universo e os mundos afirma sua teoria contrária ao mundo fixo de Aristóteles.

"Nós declaramos esse espaço infinito,
dado que não há qualquer razão,
conveniência, possibilidade, sentido ou
natureza que lhe trace um limite.”.
(1584,  Giordano Bruno)


 Continua leitura link Artigos e publicações
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Agradecimento à professora Maria Luiza Andrade pós-graduação Literatura Universidade Federal Santa Catarina Disciplina Ruínas: memória, mimesis, metamorfose.