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Ser Brasilitária é ter a coragem de encontrar o Fio da Meada
Quem lê o mundo e o modo como se organiza, Ouve (através de encontros e conversas) e Vê de maneira aberta e sem pré-conceitos nunca está sozinho.

Ser Brasilitária é acreditar em primeiro lugar em si, nos seus sonhos, empreender e saber que logo ali, encontrará um mundo de possibilidades. Basta ousar e lançar-se ao mundo, saindo de trás dos muros, ir para rua, conversar com todos, seguir caminhos diferentes, trilhas incomuns, sinais, rumores e acima de tudo usar a intuição do que vem a ser a sua maior vocação. Descubra-se. Dispa-se de egos e vaidades. Disponha-se a ser um “pontinho” ligando-se a um outro e formando a grande rede do conhecimento solidário.

Flavia Wass Jornalista e idealizadora do projeto Brasilitária: O Fio da Meada É Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir.

Encontre o seu!


"A linguagem não é um simples acompanhante, mas um fio profundamente tecido na trama do pensamento." Linguista Dinamarques Louis Hjelmslev

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Ajudando a tecer

Encontre o Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir forma indivíduos que reconhecerão as suas raízes, essências e organiza futuros empreendedores do seu saber. Contamos com apoios, parcerias e patrocínio de empresas empenhadas e comprometidas com a responsabilidade social e mais: é primordial, que contenham em sua filosofia empresarial paradigmas relacionados ao bem-estar humano, a alegria, a informação, a nossa origem brasileira, um significado e, acima de tudo, valorizando o que temos de melhor no País, o ser humano!

Formando a Teia para o Entusiasmo na caminhada

O projeto Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir busca atender a formação dos futuros trabalhadores, empreendedores, criativos seres humanos, preparados para um novo mundo de oportunidades, pois segundo pesquisa realizada, isolados em instituições de ensino e preocupados com o "sucesso" individual, estão desconectados da realidade coletiva, colaborativa e solidária.


"Se pode dar somente um presente ao teu filho, que seja o entusiasmo." Bruce Barton

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Batalhar por nossos sonhos




Tradução livre por Flavia Wass
Texto Domenico De Masi


“Venço as minhas batalhas também com os sonhos
“Que os meus soldados fazem quando dormem...”
Napoleão Bonaparte

Shumpeter sustentava que o traço essencial dos empreendedores está na propensão em inovar.

Eu creio, ao contrário, que está na propensão em sonhar.

O empreendedor sonha aventuras econômicas, mas que atormentam a economia: sonha homens que felizmente produzam e mercados que decretam o sucesso dos seus produtos; sonha um bem estar crescente para comunidade operante. Não por acaso, pegam emprestado os termos das biografias dos santos, estes empreendedores amam falar em a “missão” e “visão”.

Abaixo de culpas e envolvidos por escândalos, do pragmatismo à famosa crise, a empresa deixou de sonhar. Agora, para reencontrar sua capacidade vital perdida é necessário que esteja atento em cultivar emulação e solidariedade, realidade e brincadeira, emoção e ética, leveza e estética.

Uma empresa feita por guerreiros imperativos, insistentes pelo trabalho como categoria onívora, satisfeitos dos seus ritmos estressantes e baseados em tese defendida até espasmos. Correm em direção à eliminação do concorrente. O inimigo de todos e no fundo, de si mesmo. Uma empresa sem alma e sem felicidade.

É um mundo sem sonhos. Então, se faz necessário restituir à empresa uma dimensão onírica: jovem, harmoniosa, otimista, experimental, curiosa, independente, sensual, impertinente, fantasiosa.
Urge transformar a empresa em um jardim dos sonhos e transformar estes sonhos em uma florida realidade.

Texto de Domenico De Masi 
Revista next numero diciannove 2003/2004
Il direttore a chi legge