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Ser Brasilitária é ter a coragem de encontrar o Fio da Meada
Quem lê o mundo e o modo como se organiza, Ouve (através de encontros e conversas) e Vê de maneira aberta e sem pré-conceitos nunca está sozinho.

Ser Brasilitária é acreditar em primeiro lugar em si, nos seus sonhos, empreender e saber que logo ali, encontrará um mundo de possibilidades. Basta ousar e lançar-se ao mundo, saindo de trás dos muros, ir para rua, conversar com todos, seguir caminhos diferentes, trilhas incomuns, sinais, rumores e acima de tudo usar a intuição do que vem a ser a sua maior vocação. Descubra-se. Dispa-se de egos e vaidades. Disponha-se a ser um “pontinho” ligando-se a um outro e formando a grande rede do conhecimento solidário.

Flavia Wass Jornalista e idealizadora do projeto Brasilitária: O Fio da Meada É Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir.

Encontre o seu!


"A linguagem não é um simples acompanhante, mas um fio profundamente tecido na trama do pensamento." Linguista Dinamarques Louis Hjelmslev

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Ajudando a tecer

Encontre o Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir forma indivíduos que reconhecerão as suas raízes, essências e organiza futuros empreendedores do seu saber. Contamos com apoios, parcerias e patrocínio de empresas empenhadas e comprometidas com a responsabilidade social e mais: é primordial, que contenham em sua filosofia empresarial paradigmas relacionados ao bem-estar humano, a alegria, a informação, a nossa origem brasileira, um significado e, acima de tudo, valorizando o que temos de melhor no País, o ser humano!

Formando a Teia para o Entusiasmo na caminhada

O projeto Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir busca atender a formação dos futuros trabalhadores, empreendedores, criativos seres humanos, preparados para um novo mundo de oportunidades, pois segundo pesquisa realizada, isolados em instituições de ensino e preocupados com o "sucesso" individual, estão desconectados da realidade coletiva, colaborativa e solidária.


"Se pode dar somente um presente ao teu filho, que seja o entusiasmo." Bruce Barton

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Professor Pieter Seuren, ensino aprendizagem de língua estrangeira e comunicação.
Palestra proferida em italiano para os alunos da pós e graduação de literatura na UFSC.

Registro por Flavia Wass jornalista



Em 1974, assume a cátedra de Filosofia da Linguagem da Universidade de Radboud, em Nijmegen, Holanda. Em 1995,  mudou para o Faculdade de Letras daquela universidade, tornando-se o professor de Linguística Teórica. Desde 1999  tem sido um pesquisador do Instituto Max Planck de Psicolinguística, também em Nijmegen. Sua lista de publicação compreende cerca de 180 títulos, em sua maioria artigos, mas incluindo sete livros principais: operadores e Núcleo (Cambridge University Press 1969), o discurso semântica (Blackwell, 1985), Semântica Sintaxe (Blackwell, 1996), Western Linguistics (Blackwell, 1998), minimalismo de Chomsky , (Oxford University Press [OUP] 2004) Língua em Cognição (OUP 2009), The Logic of Language (OUP 2010). Seus principais interesses são a teoria da gramática e significado, a teoria da pressuposição e da história da lingüística.  De 1980 até 1995  ocupa-se intensamente com línguas crioulas, fazendo pesquisa de campo  e descrevendo as gramáticas do Suriname crioulo sranan, para o qual  desenvolve uma ortografia (agora oficial), e de Maurícia crioulo.Sua orientação teórica é baseada em Semântica Generative, que ajudou a desenvolver durante a década de 1960 e que  expandiu-se em uma teoria de pleno direito da linguagem, dirigindo um meio termo entre o formalismo e o ecologismo. Em 1988, foi eleito membro da Royal Dutch Academy of Sciences.