Ser Brasil

BLOG SERBRASIL

Ser Brasilitária é ter a coragem de encontrar o Fio da Meada
Quem lê o mundo e o modo como se organiza, Ouve (através de encontros e conversas) e Vê de maneira aberta e sem pré-conceitos nunca está sozinho.

Ser Brasilitária é acreditar em primeiro lugar em si, nos seus sonhos, empreender e saber que logo ali, encontrará um mundo de possibilidades. Basta ousar e lançar-se ao mundo, saindo de trás dos muros, ir para rua, conversar com todos, seguir caminhos diferentes, trilhas incomuns, sinais, rumores e acima de tudo usar a intuição do que vem a ser a sua maior vocação. Descubra-se. Dispa-se de egos e vaidades. Disponha-se a ser um “pontinho” ligando-se a um outro e formando a grande rede do conhecimento solidário.

Flavia Wass Jornalista e idealizadora do projeto Brasilitária: O Fio da Meada É Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir.

Encontre o seu!


"A linguagem não é um simples acompanhante, mas um fio profundamente tecido na trama do pensamento." Linguista Dinamarques Louis Hjelmslev

APOIOS


Ajudando a tecer

Encontre o Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir forma indivíduos que reconhecerão as suas raízes, essências e organiza futuros empreendedores do seu saber. Contamos com apoios, parcerias e patrocínio de empresas empenhadas e comprometidas com a responsabilidade social e mais: é primordial, que contenham em sua filosofia empresarial paradigmas relacionados ao bem-estar humano, a alegria, a informação, a nossa origem brasileira, um significado e, acima de tudo, valorizando o que temos de melhor no País, o ser humano!

Formando a Teia para o Entusiasmo na caminhada

O projeto Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir busca atender a formação dos futuros trabalhadores, empreendedores, criativos seres humanos, preparados para um novo mundo de oportunidades, pois segundo pesquisa realizada, isolados em instituições de ensino e preocupados com o "sucesso" individual, estão desconectados da realidade coletiva, colaborativa e solidária.


"Se pode dar somente um presente ao teu filho, que seja o entusiasmo." Bruce Barton

sábado, 30 de junho de 2012

Com Menina não se brinca de Mulher


http://www.avaaz.org/po/petition/Com_menina_nao_se_brinca_de_mulher/?cYdoabb

Click no link acima: vamos inverter este quadro cuidando, alertando a sociedade e orientando nossas meninas contra o crescimento precoce.

Por que isto é importante

Uma campanha direcionada ao crescimento precoce das meninas, que devem brincar de boneca,sujar-se na terra, subir em árvores, pintar, desenhar, jogar bola, amarelinha, pular corda, correr, esconde-esconde, jogos criativos, enfim, ao invés de serem estimuladas antes do tempo ao salto alto, mini-saia, batom, vaidades, egos e afins. 
Sou jornalista e possuo um projeto socio-educacional chamado Encontre o Fio da Meada; um jeito Brasil de ler, ver e ouvir. Está no blog www.serbrasil.blogspot.com, no link Causas e Bandeiras. Nossa bandeira no momento é defender esta causa " Com menina não se brinca de mulher" por acreditarmos ser muito prejudicial à sociedade estas distorções de valores femininos, desde a infância. Quem ganha com isto? A sociedade machista! Poderiam nos ajudar a alavancar esta idéia e campanha? meu email: flaviawass@gmail.com obrigada, Flavia Wasserman 

Rashida Manjoo, relatora especial da ONU sobre violência contra a mulher, disse que a impunidade leva à crença de que a violência cometida por homens contra as mulheres seria aceitável e inevitável, afirmando que muitos Estados falham em garantir o direito às mulheres a uma vida sem violência. Entre as medidas que devem ser tomadas para coibir a violência, segundo a especialista, são investigações, acusações e sanções; tratamento das vítimas com respeito e dignidade; identificação de grupos de mulheres que tem risco particular de sofrer violência por conta das múltiplas formas de discriminação.

  Relatora especial da ONU sobre violência contra a mulher declarou hoje sua preocupação com os altos índices de violência contra mulheres e meninas, que segundo ela atinge proporções alarmantes. Rashida Manjoo apresentou dados de relatório produzido sobre o tema ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, denunciando que mais mulheres e meninas estão sendo assassinadas por seus parceiros ou familiares. A relatora destacou que mortes de mulheres e garotas em "nome da honra da família" estão sendo cometidas com altos níveis de impunidade em várias partes do mundo. Foto: ONU.