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Ser Brasilitária é ter a coragem de encontrar o Fio da Meada
Quem lê o mundo e o modo como se organiza, Ouve (através de encontros e conversas) e Vê de maneira aberta e sem pré-conceitos nunca está sozinho.

Ser Brasilitária é acreditar em primeiro lugar em si, nos seus sonhos, empreender e saber que logo ali, encontrará um mundo de possibilidades. Basta ousar e lançar-se ao mundo, saindo de trás dos muros, ir para rua, conversar com todos, seguir caminhos diferentes, trilhas incomuns, sinais, rumores e acima de tudo usar a intuição do que vem a ser a sua maior vocação. Descubra-se. Dispa-se de egos e vaidades. Disponha-se a ser um “pontinho” ligando-se a um outro e formando a grande rede do conhecimento solidário.

Flavia Wass Jornalista e idealizadora do projeto Brasilitária: O Fio da Meada É Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir.

Encontre o seu!


"A linguagem não é um simples acompanhante, mas um fio profundamente tecido na trama do pensamento." Linguista Dinamarques Louis Hjelmslev

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Ajudando a tecer

Encontre o Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir forma indivíduos que reconhecerão as suas raízes, essências e organiza futuros empreendedores do seu saber. Contamos com apoios, parcerias e patrocínio de empresas empenhadas e comprometidas com a responsabilidade social e mais: é primordial, que contenham em sua filosofia empresarial paradigmas relacionados ao bem-estar humano, a alegria, a informação, a nossa origem brasileira, um significado e, acima de tudo, valorizando o que temos de melhor no País, o ser humano!

Formando a Teia para o Entusiasmo na caminhada

O projeto Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir busca atender a formação dos futuros trabalhadores, empreendedores, criativos seres humanos, preparados para um novo mundo de oportunidades, pois segundo pesquisa realizada, isolados em instituições de ensino e preocupados com o "sucesso" individual, estão desconectados da realidade coletiva, colaborativa e solidária.


"Se pode dar somente um presente ao teu filho, que seja o entusiasmo." Bruce Barton

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Metrópole de Canevacci e a Educação segundo Ubaldo



Um privilégio e honra assistir mais uma vez a este professor Italiano, agora no Brasil! O Antropólogo Massimo Canevaci, à convite do Museu Victor Meirelles, em sua reverência a “Metrópole Comunicacional” e assim compreender a indignação do escritor João Ubaldo Ribeiro em seus questionamentos, sua revelação em quem é o principal responsável sobre a falta de educação,  tudo que está estático, estagnado e acontecendo no Brasil.


Fio divino que tece o nosso caráter, fornece energia, auto-estima e coragem de realizar. Teatro entra como primeira forma de representação e expressão religiosa em seu início, sagrada e reguladora da moral e bons costumes. Abordada de forma contundente e esclarecedora em “Personas Sexuais” da literata Camile Paglia. Depois evolui para o social e político. A televisão e a mídia eram os afrescos e pinturas das igrejas. A mídia é oriunda destes primórdios. O daimônico caótico teatral de Dionísio, o apolíneo retilíneo e arquitetônico de Apólo. Antes disto, as pinturas nas cavernas indicando, deixando rastros e registrando. Nossa forma de comunicação, hoje mais do que antes, é através do teatro(a)tualizando e contando histórias. Lançando mão das metáforas, outros instrumentos e artifícios. Elegendo cada um a sua forma e conteúdo.
A caverna de Platão e a tela do computador. O mundo das idéias e dos sonhos. O olho crítico ocidental impedindo de tudo virar prosa e banal. Sócrates indicando as praças e que não precisamos do supérfluo. Olho Estático (mídia) x Funcional (humano). O que te engole e o que fica estupefato movimentando as células e bombeia sangue nas veias. Ver para enxergar. Ser para querer ouvir atento e ler o imperceptível dos signos, ícones e símbolos contidos nas entrelinhas. Ocupar os espaços na Metrópole derrubando muros visíveis e invisíveis e reeducar nossa estética a ser mais poesia do que prosa. Numa planta, flor, mar de gente ou gente só... entender nossa organização, o trabalho, a ciência, a arte, a filosofia e a religiosidade como bens imprescindíveis da ampliação e elasticidade das nossas almas.
Saber avaliar, selecionar, filtrar as informações e treinar como um ensaiar de um espetáculo a ser estreado a qualquer momento, o que não sairá de cartaz e das nossas mentes: “ Ética e qualidade da Comunicação Institucionalizada.”

Precisa-se matéria prima para construir o País! João Ubaldo Ribeiro