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Ser Brasilitária é ter a coragem de encontrar o Fio da Meada
Quem lê o mundo e o modo como se organiza, Ouve (através de encontros e conversas) e Vê de maneira aberta e sem pré-conceitos nunca está sozinho.

Ser Brasilitária é acreditar em primeiro lugar em si, nos seus sonhos, empreender e saber que logo ali, encontrará um mundo de possibilidades. Basta ousar e lançar-se ao mundo, saindo de trás dos muros, ir para rua, conversar com todos, seguir caminhos diferentes, trilhas incomuns, sinais, rumores e acima de tudo usar a intuição do que vem a ser a sua maior vocação. Descubra-se. Dispa-se de egos e vaidades. Disponha-se a ser um “pontinho” ligando-se a um outro e formando a grande rede do conhecimento solidário.

Flavia Wass Jornalista e idealizadora do projeto Brasilitária: O Fio da Meada É Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir.

Encontre o seu!


"A linguagem não é um simples acompanhante, mas um fio profundamente tecido na trama do pensamento." Linguista Dinamarques Louis Hjelmslev

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Ajudando a tecer

Encontre o Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir forma indivíduos que reconhecerão as suas raízes, essências e organiza futuros empreendedores do seu saber. Contamos com apoios, parcerias e patrocínio de empresas empenhadas e comprometidas com a responsabilidade social e mais: é primordial, que contenham em sua filosofia empresarial paradigmas relacionados ao bem-estar humano, a alegria, a informação, a nossa origem brasileira, um significado e, acima de tudo, valorizando o que temos de melhor no País, o ser humano!

Formando a Teia para o Entusiasmo na caminhada

O projeto Fio da Meada: Um Jeito Brasil de Ler, Ver e Ouvir busca atender a formação dos futuros trabalhadores, empreendedores, criativos seres humanos, preparados para um novo mundo de oportunidades, pois segundo pesquisa realizada, isolados em instituições de ensino e preocupados com o "sucesso" individual, estão desconectados da realidade coletiva, colaborativa e solidária.


"Se pode dar somente um presente ao teu filho, que seja o entusiasmo." Bruce Barton

sábado, 29 de maio de 2010

Testando.....um, dois, tres


Convocada para uma reunião, novamente na casa do professor Domenico, antes do primeiro dia de aula.
Estava em ponto no horário marcado, às dez horas.
Desta vez quem atendeu a porta apresentou-se como auxiliar da residência,a Giuliana.Conheci, nesta segunda ida á sua morada o enorme lugar do criador, seus apetrechos,onde mantinha o eixo ultilizando como instrumentos livros,boas poltronas reclináveis,milhares de livros nas estantes, uma mesa enorme de madeira forte de fora a fora,cortinas imponentes quando olhar a vista previlegiada para uma das zonas mais caras daquela barulhenta e movimentada Corso Emanuelle, entre o Campi di Fiori e a Piazza Navona, onde está a Ambasciata Brasilliana.Imaginei fechando aqueles panos e mergulhando na mais pura concentração da “Emoção sem Regra e Regra sem Emoção”. Exercitando um“Ócio Criativo” na meta-física de uma filosofia científica transformada em um de seus polêmicos paradigmas.
Carregava comigo o talento de uma índole discreta e por mais curiosa que fosse tinha o cuidado de não transparecer.Observadora até onde podia ir o meu olho sem ser invasiva na intimidade ou encostar o outro.É uma linha invisível aos que enxergam com sensibilidade as auras intocáveis e imunes das frívolas materialidades.
Sentamos em uma pequena mesa redonda perto da porta cumprindo o dever de agrupar sensações e opiniões.
Ciente de estar sendo examinada e testada continuei na condição de querer o amargo limiar do aprendizado nu, cru, desmistificado e destituido das honrarias do tapete vermelho e boas vindas.Mesmo porque na S3 Studium estudava quem tinha 20.000.00 liras.Obrigatório passar por uma série de entrevistas e testes, adiante descobri.